Conversas com o Conde de Viana (2ª parte)
- Prof. Renan Souza Cardenuto

- 7 de mar. de 2025
- 1 min de leitura
Atualizado: 26 de nov. de 2025
Em correspondência, o querido primo José Manuel Berquó de Mendonça de Seabra de Menezes, Conde de Viana, enviou-me uma história familiar para ser publicada cá.
2ª parte (final):
A trisavó Maria Clara Quintanilha Brederode do Amaral, filha de um moço fidalgo da Casa Imperial e de uma filha do barão de Paquetá, que casou com o meu trisavô Manoel de Menezes Berquó, que viveram em Portugal, tendo sido ele Vice-Cônsul Chanceller fundador do Clube Tauromáquico e nenhum tendo voltado ao Brasil. Em Portugal viveram em Cascais, tiveram duas filhas, Maria Amália Manoel Berquó, herdeira da Casa de quem descendemos e uma irmã anã, Teresa Manoel do Amaral Berquó, anã, que no largo da casa Cantagalo onde viviam, os irmãos e primos brincavam e uns palermas confundiram a tia anã com uma das crianças e planeavam matar o Rei que estava em Cascais. A Teá, tia anã, contou ao cunhado, meu bisavô que foi imediatamente avisar o Rei. No dia seguinte havia dois homens no jardim com armas, e foram imediatamente presos. A Teá foi condecorada pelo Rei no clube de frequentavam, recusou ir à Cidadela, onde a Família Real ficava hospedada no Verão. E foi condecorada no clube frequentado pela Corte, Sporting Club de Cascais, sempre conhecido por Parada. E é esta a história das filhas e netas duma holandesa, bruxa, e do barão de Paquetá. Um abraço.



