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Pedro Gastão de Orléans e Bragança

(em português)

1953


A edição do “Genealogisches Handbuch des Adels” — publicação alemã sucessora do “Almanach de Gotha” após a Segunda Guerra Mundial — mencionava este príncipe francês como chefe da Casa Imperial do Brasil. Tomando conhecimento da questão, o chefe da referida Casa, Sua Majestade Imperial Dom Pedro Henrique de Orléans e Bragança, Pedro III do Brasil, em carta datada de 5 de junho de 1953, demonstrou de forma pormenorizada e detalhada à direção do novo almanaque dinástico e nobiliárquico o seu DIREITO.


O redator-chefe da publicação, Sr. Hans Friedrich von Ehrenkrook, enviou ao primeiro [Dom Pedro Gastão] uma cópia da carta de seu primo, o Imperador, bem como cópia de toda a documentação anexa, solicitando que ele se pronunciasse a respeito. Posteriormente, em 3 de dezembro de 1953, o príncipe francês — príncipe de sangue de França, príncipe de Orléans e príncipe de Orléans e Bragança, de nacionalidade brasileira — encarregou um advogado, o Sr. Gebhard von Lenthe, Consultor Jurídico da Nobreza, de estudar o assunto e formular um parecer. O jurista, após um minucioso estudo das razões de ambas as partes, devidamente corroborado pela documentação apresentada, em uma primeira comunicação de 22 de maio de 1954 (complementada por outra em 5 de junho do mesmo ano), deu inteira e completa razão ao Imperador.


Ou seja: um parecer jurídico, elaborado por pessoa conhecedora da questão e contratado por uma das partes com o claro objetivo de sustentar a posição de quem o solicitou, chega, sem qualquer dúvida, à conclusão contrária e completamente negativa aos interesses de seu cliente. Tal fato coloca fora de questão a imparcialidade do processo e de seu resultado final: encomendado por uma parte, deu razão à outra.


As edições posteriores do citado almanaque, que continuou sendo publicado regularmente, passaram a listar corretamente Sua Majestade Imperial como o único e verdadeiro chefe da Casa Imperial do Brasil.



(en español)

Pedro Gaston d’Orléans et de Bragance

1953

 

La edición del “Genealogisches Handbuch des Adels” publicación alemana continuadora del “Almanach de Gotha” tras la Segunda Guerra Muncial, mencionaba como jefe de la Casa Imperial del Brasil, a este príncipe francés. Conocida la cuestión por el jefe de la citada Casa, Su Majestad Imperial don Pedro Henrique de Orléans e Bragança, Pedro III del Brasil, en carta datada en 5 de junio de 1953, demostró de forma pormenarizada y detallada a la dirección del nuevo almanaque dinástico y nobiliario, su DERECHO.

 

El redactor-jefe de la publicación, Herr Hans Friedrich von Ehrenkrook, envió al primero, copia de la carta de su primo el Emperador, y también copia de toda la documentación anexa, pidiendo que se pronunciara al respecto. Posteriormente, el 3 de diciembre de 1953, el príncipe francés, príncipe de la sangre de Francia, príncipe de Orléans, y príncipe de Orléans y Braganza, de nacionalidad brasileña, encargó a un abogado, Herr Gebhard von Lenthe, Síndico de la Nobleza, el estudio del asunto y tras ello formular su parecer. El jurista, después de un minucioso estudio de las razones de ambas partes, avalado debidamente por la documentación aportada, en una primera comunicación, del 22 de mayo de 1954, complementada por otra de 5 de junio del mismo año, dio la entera y completa razón al Emperador.

 

Es decir, un dictamen jurídico, de persona conocedora de la cuestión, encargado de parte con el claro objetivo de sostener la posición de quien lo solicita, llega sin duda alguna a la conclusión contraria, completamente negativa para el interés de su cliente, lo que no puede dejar en tela de juicio la imparcialidad del proceso y su resultado final: encargado por una parte, da la razón a la contraria.

 

Las publicaciones en años posteriores del citado almanaque, que ha seguido siendo regularmente publicado, ya siempre ha reseñado correctamente a Su Majestad Imperial como el único y verdadero jefe de la Casa Imperial del Brasil.




 
 
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