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Chancelaria

ORDEM DA CHANCELARIA NÚMERO 1. 

A apresentação de certos príncipes franceses, Príncipes de Sangue da França, Príncipes de Orleans e Príncipes de Orleans e Bragança, todos títulos franceses com o tratamento exclusivo de Alteza Real, sem ser o Chefe da Casa Imperial do Brasil, Sua Majestade Imperial Dom Bertrand de Orleans e Bragança, ou seu herdeiro, seu sobrinho, Sua Alteza Imperial e Real Dom Rafael Antônio de Orleans e Bragança, como membros da Casa Imperial, estabelecendo tratamentos, condecorações, prêmios e cargos, ou reformando regras dinásticas ou outras que possam regular as Ordens Imperiais, não tem valor algum, exceto pelo peso do metal ou do papel em que estão escritos.

Esses príncipes franceses nasceram sem qualquer direito ao Brasil, e suas ações constituem uma fraude dinástica e histórica, sujeita a responsabilidades civis e criminais. Seus atos prejudicaram significativamente o prestígio e a dignidade da Casa Real da França, à qual pertencem. As renúncias feitas entre 1908 por Dom Pedro de Alcântara de Orleans e Bragança e 2016 por Dona Alicia Maria de Ligne estabeleceram, de forma definitiva e irrevogável, a dinastia. A tentativa de revogar unilateralmente essas renúncias não possui qualquer fundamento legal, dinástico ou civil, podendo ser descrita apenas como um engano de indivíduos ingênuos ou desinformados, o que lamentamos profundamente.

O Chanceler

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